Segundo os níveis para a poluição pela Organização Mundial de Saúde, Lisboa excede os níveis recomendados, destacando-se a ligação que é feita entre Odivelas e Lisboa e a terminal dos cruzeiros de Santa Apolónia sendo das piores zonas de Lisboa com mais poluição.
Para os mais leigos os dois principais poluentes são dióxido de azoto e as partículas suspensas PM10, sendo que estas ultrapassam o nível aceitável pela Organização Mundial de Saúde.
Os locais em Lisboa onde o dióxido de azoto são altos foram destacados, por exemplo, as avenidas 24 de Julho e a Infante Dom Henrique e Santa Apolónia. Já as partículas suspensas PM10 são mais altas nos seguintes locais, a Calçada da Ajuda ou Avenida Fontes Pereira de Melo, estes dois lugares são onde a concentração destas partículas suspensas PM10 excedem os níveis recomendados da OMS (Organização Mundial de Saúde).
Quando se fala na Calçada da Carriche que é uma das principais ligações de Odivelas a Lisboa, possui o dióxido de azoto e as partículas suspensas PM10, ambos em níveis mais altos em comparação com outros locais em Lisboa.
Esta investigação foi uma das primeiras feitas para Lisboa. Para o estudo foram usados cerca de 80 sensores que foram espalhados por Lisboa entre o seguinte período; Agosto de 2021 a Julho de 2022.
O motivo da poluição elevada na zona de Lisboa dá-se devido ao alto trânsito em conjunto com os transportes marítimos que circulam pela capital.
A equipa que está a cargo deste projecto, pretende para a primeira fase no combate contra a poluição atmosférica em Lisboa, monitorar periodicamente a qualidade do ar, por expandir para mais locais os sensores. Criação de espaços verdes, renovar edifícios para melhor eficiência energética e mais passeios. Ainda é mencionado que a Câmara Municipal de Lisboa tem usado medidas para controlar a poluição atmosférica, por implementar mais ciclovias e por alterar a rede viária.
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